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| Orlando Furioso -- Ludovico Ariosto | |
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| Tweet Topic Started: Jun 18 2011, 04:17 PM (487 Views) | |
| Mavericco | Jun 18 2011, 04:17 PM Post #1 |
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Nel mezzo del cammin
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Não é um clube de leitura, porque Ariosto nem sequer precisa ("é um dos autores mais fáceis da literatura", dizia Carpeaux); estou abrindo o tópico mais porque estou lendo o livro e gostando bastante =D Ariosto é, de fato, il sommo narratore; Orlando Furioso possui uma força narrativa muito grande, que consegue se igualar, sempre uniforme, às melhores passagens igualmente descritivas da Divina Comédia (Gerião, o famoso Canto XXV...). A edição da Ateliê é também muito bem feita, com uma excelente tradução em oitava rima (mantendo a estrutura do original [e calando a boca de quem ainda insiste em chamar a oitava rima de "camoniana"]) do Pedro Garcez Ghirardi e as ilustrações do Doré as quais eu considero um dos pontos mais altos de sua carreira artística, perdendo apenas para as ilustrações de Dom Quixote. A edição a que me refiro é esta: http://www.atelie.com.br/shop/detalhe.php?id=562 Que contém a metade da obra completa. Não esta, que era na verdade um release como o primeiro volume do FW pela mesma editora. Não sei exatamente dizer quando sai o Tomo II; mas posso dizer que estou gostando muito do livro =D No começo eu me distraí e liguei o piloto automático e quando fui ver estava na estrofe 40 do Canto II. Aí eu rebobinei a fita e voltei pro Canto I e agora estou conseguindo pegar tudo... Só é uma pena que as notas do Ghirardi estejam no final do livro (porque diabos não colocam essas notas no rodapé? Não são grandes, pô!); e as mesmas nem sempre são tão numerosas (na gigantesca maioria dos casos, basta voce reler atentamente a estrofe -- e quando o Ariosto faz alguma referência, geralmente esta referência é citada nas notas) e, às vezes, em passagens onde se deveria ter uma nota comentando, não se possui nada. Outra coisa que percebi é que parece que o prefácio dessa edição nova é menor que o da antiga... o_õ (e os resumos dos capítulos estão menores...) Afora isto... É isso aí. Livro divino! =D Edited by Mavericco, Jun 18 2011, 04:30 PM.
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| Watson | Jul 1 2011, 02:46 PM Post #2 |
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Só agora vi o tópico! Gostei muito do livro e da edição da Ateliê! Agora não dá tempo, mas depois vou ver se posto algo... |
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| Watson | Jul 3 2011, 12:09 PM Post #3 |
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Realmente a leitura do Ariosto é de fato muito agradável. Minha edição da Ateliê é aquela que só tem até o capítulo VIII, que li em uma sentada. Aliás, o Ariosto foi um dos poucos que sobreviveram à fogueira do Quixote, tendo Cevantes (que não era tão grande poeta como romancista!) lhe dedicado o seguinte verso para dedicar ao Quixote: ORLANDO FURIOSO A DON QUIJOTE DE LA MANCHA Soneto Si no eres par, tampoco le has tenido: que par pudieras ser entre mil pares; ni puede haberle donde tú te hallares, invito vencedor, jamás vencido. Orlando soy, Quijote, que, perdido por Angélica, vi remotos mares, ofreciendo a la Fama en sus altares aquel valor que respetó el olvido. No puedo ser tu igual; que este decoro se debe a tus proezas y a tu fama, puesto que, como yo, perdiste el seso. Mas serlo has mío, si al soberbio moro y cita fiero domas, que hoy nos llama iguales en amor con mal suceso. No episódio da seleção de livros pelo cura e pelo barbeiro é dito: Ya conozco a su merced —dijo el cura—. Ahí anda el señor Reinaldos de Montalbán con sus amigos y compañeros, más ladrones que Caco, y los doce Pares, con el verdadero historiador Turpín; y en verdad que estoy por condenarlos no más que a destierro perpetuo, siquiera porque tienen parte de la invención del famoso Mateo Boyardo, de donde también tejió su tela el cristiano poeta Ludovico Ariosto; al cual, si aquí le hallo, y que habla en otra lengua que la suya, no le guardaré respeto alguno; pero si habla en su idioma, le pondré sobre mi cabeza. Aliás, o ensaio que prefacia a minha edição afirma sobre o Carpeux: "No tocante a Ariosto, o crítico não vai além da apressada repetição do rotineiro. "O problema não é explicar o que está escrito no Orlando Furioso, mas explicar porque foi escrito", diz Carpeux (p. 41). Edited by Watson, Jul 3 2011, 12:13 PM.
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