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Clérigo - Nimb
Topic Started: May 4 2011, 08:45 PM (442 Views)
Renan Bigoto
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Em uma taverna qualquer em Malpetrim.



Malpetrim uma bela cidade, cercada por aventureiros e histórias fantásticas, tão fantásticas que normalmente poucos acreditam.
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-Ei você! O do livro! Está sentado aqui já faz algumas horas lendo esse livrinho, porque não nos conta uma boa história? - uma voz grossa e imponente, vinda de um pequeno corpo robusto, o anão sentado em uma das mesas da taverna, longa barba castanha e um grande sorriso no rosto.

O pequeno homem se levantou, uma armadura pesada o vestia, de pé a barba do anão aparentava ser ainda maior.
-Se a história for boa, lhe pago uma cerveja!

A alguns metros, sentado no fim da bancada, um homem com uma longa capa, lia um grande livro.

-Como sabe que sei alguma história, pequeno homem? – uma voz firme e calma.

Já sentando do lado do homem.

-Sua capa tem o símbolo do reinado, as melhores histórias que escutei, tinham heróis do reinado presentes, então contará ou não?- incitou o anão.

Risadas.

-Que seja.

-Gorus Thunderhead V, guerreiro dos Machados da Fúria de Doherimm, ao seu dispor- disse o anão.

-Gandis, mago, do Reinado como já pode perceber – apresenta-se o homem empunhando o livro.

-Bem, lhe contarei a história de um herói que ainda não existe, isto por que não sabe da grande aventura que viverá um clérigo e acredite de Nimb.

-Ótimo, ótimo – diz o anão enquanto se ajeita.

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Há anos atrás nas proximidades de uma cidade chamada Var Raan, que se encontra na província do reino de Collen, vivia uma família, formada por um nobre guerreiro, uma linda mulher e seus dois filhos.
Esse guerreiro se chamava Ironfist Barton, viera com um agrupamento de soldados de Deheon, a pedido do Regente de Collen para auxiliar com problemas na região, sendo o maior deles um feiticeiro que assassinava e extirpava os olhos de colleanos. Meses se passaram e muitas batalhas foram travadas, por fim os bravos soldados obtiveram a vitória, o problema estava resolvido e os guerreiros poderiam então retornar para suas casas. Todavia para Lorde Godfrey Hogarth - o regente- havia ainda um problema, sua filha se apaixanora por um soldado (Ironfist), uma linda moça de cabelos ruivos e olhos cintilantes, desses um era do mais puro azul e o outro do mais profundo verde, seu nome Amber Hogarth.
Mesmo com as proibições e as ameaças do pai, Amber e Ironfist se casaram. O pai amava sua filha, mas não poderia aceitar tal união com um homem que não fosse de olhos poderosos e únicos, um colleano, a deserdou e como caridade deu-lhe uma casa, longe da capital, para que pudesse viver.

O guerreiro tornou-se camponês e com a bela moça tivera dois filhos, o primeiro um menino de olhos rubros e cabelos ruivos, seu nome Eturiel Hogarth Barton, o nome do pai de Ironfist, anos depois tiveram uma menina de cabelos negros e olhos como os da mãe, a ela foi dado o nome da mãe de Amber, Elisza Hogarth Barton.
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O taverneiro enche mais uma vez as canecas, o mago da um gole e o anão mantinha-se atento, haviam poucas pessoas na taverna, entretanto todos ali estavam focados ouvindo a história de Gandis.

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Eram felizes ao seu modo, a família tinha uma vida difícil, mas confortável, os alimentos ali produzidos eram vendidos, a um preço mais baixo, por não se tratar de alimentos cem porcento colleanos, assim dizia os compradores.
Não tinham muitos amigos, as amigas de Amber moravam na capital distante dali, e Ironfist, não era bem visto na região.
Ironfist ensinou ao seu filho desde muito jovem a se defender, a manusear uma espada, Amber ensinou sobre religião e história apartir de velhos livros que ainda tinham.
A vida pacata não tinha muitas modificações, a única coisa considerada esquisita por Eturiel era que seu pai recebia cartas toda primavera, outono, inverno e verão, porem nunca soube de quem eram e quando questionado apenas dizia: “De velhos companheiros.”

Então exatamente quinze anos atrás uma forte tempestade atingiu aquela região de Collen, tal tempestade não era vista a mais de dez anos, época que Ironfist ainda defendia o reino.
Pai e filho haviam recolhido todos os animais e objetos utilizados na plantação. Eturiel ficou incumbido de verificar se os animais estavam bem presos no celeiro.
A tempestade iniciou-se com um turbilhão de água, o menino correu para casa, onde já se encontrava sua família para o jantar, porem no percurso trombou em algo, foi ao chão, ao levantar-se viu um grande cavalo de armadura negra, percebeu que o animal não era normal, havia algo estranho, faltava-lhe algo, vida, Eturiel desviara do animal, ao chegar a casa, deparou-se com seu pai empunhando uma espada, lutava com guerreiros, não eram humanos, ao menos não mais, mortos-vivos, com um golpe degolou um deles, mas já não tinha a mesma idade e nem o mesmo treinamento, fora derrubado pelos dois que ainda restavam, e ali mesmo de fronte de Eturiel, foi morto. O menino em desespero tentou atacar os monstros, mas não tinha força suficiente, uma das criaturas o viu e atacou com um golpe, fazendo-lhe um grande corte no peito.
Não sabia o que estava acontecendo foi tudo tão rápido seu pai estava morto. Derrepente um grito, os monstros foram empurrados para parede por uma força invisível, Amber em disparada, agarra seu filho e com algumas palavras, o corte já não existia mais, o menino estava curado.
Os mortos-vivos eram fortes e Amber, fraca, a morte de seu marido a enfraquecera ainda mais, foi capturada com seus filhos e ali mesmo rogava ajuda, mas já era tarde, uma das criaturas aproximou-se e com um golpe a matou, não contente removera seus olhos tudo na frente de Eturiel. Os monstros riam enquanto caminhavam até o menino, mas a criança aparentemente não servia, o golpearam e deixaram ali para morrer, antes de perder totalmente a consciência, vira sua irmã sendo levada.

Não se sabe como surge os clérigos de Nimb, alguns dizem que nascem com certa insanidade dentro de si, para mim o próprio deus vem até eles e os convida para servi-lo.
E foi na escuridão de sua mente que Eturial, recebera aquela ilustre presença e seja como for, acordara um mês depois na casa de um Lorde em Deheon.

E com um grito de desespero e vida disse:
-“ I AM BATMANNNN.”

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-Como!? -indagou o anão.
-Ops! História errada.

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E com um grito de desespero e vida disse:
-“ Me chamo ELDoll.”

Viveu lá durante anos como servente e após um encontro com um misterioso homem, algo foi reanimado em sua mente e naquela mesma semana, colou fogo na casa e foi embora.

O menino se tornou um rapaz forte, que após o “incidente” com a casa de Lorde Baker, voltou a Collen, para procurar pistas de sua irmã.
Lá apenas encontra dor e sofrimento, tudo estava destruído, os corpos foram levados e a casa abandona.
Decidira então que teria que ficar mais forte, para poder reaver o que fora tomado de si.

Seguiu viagem para Valkaria e em seu caminho, ajudou pessoas, às roubou, bateu em pessoas e as curou.
Viveu anos sozinhos, mendigando, fazendo trabalhos que poucos fariam porem todos os dias estudava na biblioteca, lia livros e aprendeu que Nimb lhe dera muito mais que um ponto de vista, lhe dera poder divino.
Então em um inverno, após ajudar uma senhora enferma, um homem que via a cena o convidou para se juntar ao seu “grupo”.

- A quem rogas meu jovem, para que possa curar? – pergunto o homem.

- Nimb sempre me rolou bons dados. – responde Eldoll.

-Um clérigo de Nimb, excelente!

O homem acreditava que ter um clérigo de Nimb, era mais sorte do que mil pés de coelho. Este homem era conhecido como Adrus, O aranha.
Com Andrus, Eldoll teve novamente uma família, a guilda formada pelo Aranha era conhecida e temida.
Ao clérigo foi vendido dado uma bela armadura, de metal fosco, com o desenho de um dado em alto relevo no peito, um escudo de metal , moldado como um rosto de um bufão e uma arma diferente uma maça-estrela , em vez de redonda quadrada e em cada face da arma uma quantidade de espinhos que iam de um a seis, tudo vendido dado, para que pudesse ajudar a guilda em seus “serviços”.

O que Eldoll não sabia era que seus companheiros em maioria formados por ladinos, não gostavam dele, pode se dizer que a falta de furtividade os colocara muitas vezes em perigo, fora as vezes que ele mesmo denunciava os amigos em planos insanos.
Mas tudo mudou, Andrus foi assassinado por um integrante de sua guilda, conhecido como Camaleão, ninguém foi capaz de pegar o assassino, sem um líder , resolveram que Eldoll era dispensável e armaram para que fosse preso durante um roubou.Tudo ocorreu em uma festa a fantasia todos disfarçados , Eldoll vestido de bufão, serviria de isca para o plano.
Quando menos percebeu estava correndo entre as vielas , fugindo de dois guardas de Valkaria, foi pego e preso.

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-Assim termina, ou melhor, começa a história desse herói. – sorria o mago enquanto bebia sua cerveja.

-Bem mago acho que valeu as cervejas. – sorria o anão.

-Quem sabe um dia lhe conto outra história de outro herói, a de um ninja, você vai gostar anão, mas por hoje tenho que ir.

- Perdoe-me mago mas como disse que era seu nome? – pergunto o anão já um pouco bêbado.

- Gandis o Mester. – já saindo da taverna e desaparecendo na noite.
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